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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Feliz Vida Nova!

Para que o ano seja novo, não basta mudar o dígito no calendário. Não bastam os votos trocados, a roupa nova, as celebrações preparadas, os fogos coloridos no céu. As mudanças devem ser mais profundas para que seja possível limpar velhos hábitos e aquelas imagens que ficaram congeladas em um ponto qualquer da vida, que ainda não conseguiu dessintonizar. O ano só torna-se novo quando a vida se renova nas atitudes, nas ações e não apenas nos planos que, muitas vezes, não passam do estágio das intenções. É necessário girar o timão do barco da vida e conduzir-se “por mares nunca antes navegados”. Dizer as palavras nunca antes pronunciadas, fazer o impensável em outros tempos, ousar sair dos limites impostos por crenças indesejáveis que mantêm em uma eterna prisão. É preciso gestar este ser novo para que ele possa nascer para outras realizações, novas alegrias, uma nova concepção de humanidade, de mundo e de si mesmo. É preciso deixar para traz todo o velho que já não merece repetição. Renovar a vida de dentro para fora, para mudar a vida de fora para dentro. Afinal, quem faz um ano realmente novo sou eu, é você, somos todos nós!

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