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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Meu Mestre!




Bem ali se encontra a verdade,
Mesmo que nem todos a consigam ver,
Apesar de tão simples, tão clara!
Seu primeiro impulso é sacudir a inércia,
Banir os preconceitos - grandes viseiras da inteligência,
que não deixam enxergar o óbvio.
Detém o movimento – deve respeito ao outro ser,
Aceitação de seus limites. Pode ensinar,
sem o dom de viver ou por ele aprender.
Aquieta a mente, busca outra forma de ensinar.
Por vezes sente cansaço, tristeza que oprime o peito,
Sabe que a vida e o tempo estão a se escoar.
Muitas lutas são perdidas por tão pouco...
Bastaria mais um esforço, um leve movimento.
No desprender das amarras a mente se emancipa,
Assina a própria liberdade!
Depois de tanto querer, sente a lucidez repentina,
Retira o véu que encobre o entendimento.
O ser que aprende queda-se maravilhado!
Mais um passo foi dado no caminho da real libertação...


Dedicado aos verdadeiros "mestres" que encontrei em minha vida...

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